Jornada apologética
Do Gênesis aos nossos dias — uma só fé.
Cinco eras. Uma só Igreja. Cada parada desta jornada é uma defesa: prefiguração bíblica, voz dos Padres, definição conciliar ou resposta às crises modernas — mostrando que a fé católica de hoje é exatamente a fé pregada pelos Apóstolos.
- 1Período
Séc. XIX a.C. — séc. I a.C.Antigo Testamento
As prefigurações de Cristo e da Igreja
Desde o Protoevangelho (Gn 3,15) até o Servo sofredor de Isaías, a Antiga Aliança aponta tipologicamente para Cristo, Maria, a Igreja e os sacramentos. A Trindade já se insinua em Gn 1, no Mamre e nos Salmos.
8 defesa(s)Entrar nesta era - 2Período
Séc. ICristo e os Apóstolos
A revelação plena e a fundação da Igreja
O Verbo se fez carne. Cristo afirma a própria divindade, é morto e ressuscita, funda a Igreja sobre Pedro, institui os sacramentos e os Apóstolos transmitem a fé num episcopado contínuo. Aqui se enraízam todos os dogmas posteriores.
10 defesa(s)Entrar nesta era - 3Período
Séc. II — VIIIPadres e Concílios
A Igreja define o que sempre creu
Inácio de Antioquia (c. 110) já chama a Eucaristia «carne de Cristo»; Ireneu (c. 180) lista os bispos de Roma desde Pedro. Niceia (325), Constantinopla (381), Éfeso (431) e Calcedônia (451) cristalizam em fórmulas o que os Padres apostólicos confessavam.
5 defesa(s)Entrar nesta era - 4Período
Séc. XVI — XXRevoluções e Crises
Toda revolta repete o non serviam
Lutero, 1517. Os jacobinos, 1789. Marx, 1848. A Maçonaria condenada por treze Papas. Cada revolução moderna ataca um pilar — Magistério, autoridade, propriedade, religião revelada — e cada uma se quebra contra a indefectibilidade da Igreja.
5 defesa(s)Entrar nesta era - 5Período
Séc. XX — XXIMundo Contemporâneo
Vaticano II, relativismo e o católico de hoje
Vaticano II lido em continuidade (Bento XVI, 2005). A «ditadura do relativismo» e a resposta de quem confessa que a Verdade tem um nome. E o convite final ao católico não-praticante: voltar à Missa, não amanhã — domingo.
5 defesa(s)Entrar nesta era