Cristo e os Apóstolos
Eclesiologia9 min de leituraTom orante

Maria é Mãe de Deus — e por que isso importa

Quem entende Maria entende melhor Jesus. Se ela é mãe só de um «homem habitado por Deus», Cristo se divide. Se ela é Mãe de Deus, confessamos a Encarnação de verdade.

1. O título Theotokos

Éfeso (431) proclamou Maria Mãe de Deus. Não porque ela gerou a natureza divina desde a eternidade, mas porque gerou a Pessoa que é Deus e homem.

Mães geram pessoas, não naturezas soltas. A Pessoa no ventre de Maria é o Verbo.

2. A Escritura

Isabel chama Maria de «mãe do meu Senhor» (Lc 1,43). O anjo anuncia que o filho será Filho do Altíssimo (Lc 1,32-35).

«O Verbo se fez carne» (Jo 1,14) no seio de Maria.

3. Maria na vida cristã

Mãe de Deus, sempre virgem, imaculada, assunta: dogmas que celebram a obra de Cristo nela.

Veneração não é adoração. Adoramos só a Deus; honramos Maria como a maior das criaturas.

4. O atalho para Jesus

«Fazei o que Ele vos disser» (Jo 2,5). Maria sempre leva a Cristo.

O terço, as festas marianas e a consagração são caminhos seguros quando centrados no Filho.

Referências e Fontes

  1. Lc 1,26-45; Jo 1,14; Jo 2,5Maria na Escritura
  2. Éfeso 431; CIC 484-511Theotokos e dogmas