Jornada

Era 5 · Séc. XX — XXI

Mundo Contemporâneo

Vaticano II, relativismo e o católico de hoje

Vaticano II lido em continuidade (Bento XVI, 2005). A «ditadura do relativismo» e a resposta de quem confessa que a Verdade tem um nome. E o convite final ao católico não-praticante: voltar à Missa, não amanhã — domingo.

  1. 01
    18 min

    Vaticano II em continuidade: hermenêutica da reforma, não da ruptura

    Bento XVI definiu em 2005 a interpretação correta do Vaticano II: «hermenêutica da reforma na continuidade». A Igreja que saiu do Concílio é a mesma de Trento, Niceia e dos Apóstolos. O «espírito do Concílio» que prometia ruptura contradiz os próprios textos conciliares.

  2. 02
    14 min

    A ditadura do relativismo: quando a verdade é proibida

    «Toda verdade é relativa» é uma afirmação que se destrói a si mesma. O relativismo é incoerente, impraticável e, por paradoxo, intolerante. A resposta cristã não é fundamentalismo: é a confiança de que a Verdade tem nome — e que esse nome é Cristo.

  3. 03
    12 min

    O católico nominal: o caminho de volta é mais curto do que parece

    Batizado, crismado, distante. Há mais de um bilhão assim. Este artigo não é acusação — é convite. A Missa não é espetáculo; a confissão não exige perfeição; o Pai do filho pródigo «vê ainda de longe» e corre ao encontro. O caminho de volta começa com honestidade.

  4. 04
    15 min

    O novo ateísmo: Dawkins, Hitchens, Harris — e as respostas que eles não anteciparam

    Richard Dawkins afirma que a fé religiosa é vírus mental. Christopher Hitchens diz que a religião envenena tudo. Sam Harris reduz a consciência a neurônios. Os três escreveram bestsellers. Nenhum dos três respondeu às objeções filosóficas mais elementares — e a Igreja Católica tem respostas que eles nunca levaram a sério.

  5. 05
    14 min

    A Igreja e a ciência: o mito do conflito eterno

    Galileu, Darwin, a Inquisição — o mito do conflito entre fé e ciência é o mais resistente da modernidade. E também o mais falso. A Igreja fundou as universidades medievais, desenvolveu o método científico (Roger Bacon, Alberto Magno), concebeu o Big Bang (Lemaître) e a Genética (Mendel). O conflito é invenção whig do século XIX.