Era 5 · Séc. XX — XXI

Mundo Contemporâneo

Vaticano II, relativismo e o católico de hoje

Vaticano II lido em continuidade (Bento XVI, 2005). A «ditadura do relativismo» e a resposta de quem confessa que a Verdade tem um nome. E o convite final ao católico não-praticante: voltar à Missa, não amanhã — domingo.

Se alguma defesa ainda não tiver tom orante, você pode lê-la no tom de estudo — a doutrina é a mesma.

  1. 01
    10 minTom orante

    Vaticano II: reforma na continuidade, não ruptura

    Bento XVI ensinou a ler o Concílio com «hermenêutica da reforma» na continuidade. Nem negacionismo, nem «espírito do concílio» que apaga 20 séculos.

  2. 02
    11 minTom orante

    As portas do inferno não prevaleceram: contra o cisma e o sedevacantismo

    Críticas a crises na Igreja podem ser justas. Negar o Papa legítimo ou sair da comunhão católica não é. Cristo prometeu que a Igreja não seria vencida.

  3. 03
    8 minTom orante

    Relativismo: quando «a minha verdade» vira lei

    Bento XVI falou da «ditadura do relativismo». Se não há verdade, sobra o poder do mais forte. A fé católica afirma: a Verdade tem rosto — Jesus Cristo.

  4. 04
    7 minTom orante

    Católico só no nome: o caminho de volta

    Batizado, mas longe da Missa e da confissão. O caminho de volta é mais curto do que parece: um confissão, um domingo, um passo. Deus não se cansa de esperar.

  5. 05
    9 minTom orante

    O novo ateísmo: críticas e respostas claras

    Dawkins, Hitchens e companhia popularizaram um ateísmo agressivo. Muitas acusações são antigas e já respondidas: fé não é delírio, e a ciência não prova que Deus não existe.

  6. 06
    8 minTom orante

    Igreja e ciência: o mito da guerra eterna

    A Igreja fundou universidades, protegeu saberes e teve padres cientistas (incluindo o padre do Big Bang). O «conflito eterno» entre fé e ciência é narrativa do século XIX, não a história real.