A Revolução Francesa: quando a «Razão» virou ídolo
1789 começou falando de direitos e terminou em Terror. A Igreja viu cedo o perigo de uma ordem política que expulsa Cristo da praça pública.
1. O que se atacou
Altar e trono foram misturados de modos discutíveis — mas a revolução foi além: atacou o culto, os religiosos, a moral cristã.
A descristianização não foi efeito colateral: foi projeto.
2. Razão sem Deus
A razão é dom de Deus. Transformada em deusa, vira desculpa para o arbítrio dos fortes.
Sem verdade superior ao Estado, o Estado vira deus.
3. Mártires e resistência
Padres, religiosas e leigos morreram por não jurar o que a fé proibia. O sangue deles denuncia a mentira de um humanismo anticristão.
A Igreja não é inimiga da liberdade bem entendida: é inimiga da liberdade que oprime a consciência.
4. Eco atual
Sempre que a política quer redefinir a natureza humana contra a lei de Deus, o espírito de 1793 reaparece.
Católicos servem o bem comum sem vender a alma ao espírito da época.